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PALÁCIO IMPERIAL |
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| Hoje, uma grande parte de Edo-jo está ocupado pelo palácio Imperial onde o imperador e a família reside. O público não pode entrar nesta área mas é possível visitar a ala do Higashi-gyoen (jardins orientais) e o Honmaru onde o donjon se encontrava. Vale a pena fazer uma viagem para Edo-jo só para ver as imensa pedras moats usados para formar a base do castelo que ainda hoje permanece no estado original resistindo ao grande terremoto de Kanto sem se esmigalhar. RUÍNAS DE EDO-JO |
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A história
de Edo-jo data de atrás do Período de Heian quando o palácio
foi construído pelo clã de Edo neste local. Em 1457 o clã
de Uesugi entrou no poder. O castelo permaneceu debaixo do controle da
família de Uesugi até 1604 com a vinda da clã de
Tokugawa.
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Este
é o Sakurada 2 yagura que se levantam entre O Kikyo e o portão
principal. Também é chamado de Tatsumi Yagura. |
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Em 1657 um grande
incêndio ocorreu em Tóquio e destruiu muitas partes do castelo
inclusive o donjon. que nunca mais foi reconstruído. Durante 264
anos, 15 gerações da clã Tokugawa regeram o Japão
no Edo-jo, perdendo o controle em 1868 na guerra de Boshin.. A maioria
de Edo-jo foi destruído pelos bombardeios norte-americanos na segunda
guerra mundial.. |
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| The Sakuradamon
Gate. |
Este é o
Sakurada 2 yagura que se levantam entre O Kikyo e o portão principal.
Também é chamado de Tatsumi Yagura. |
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Imperador Akihito lembra imigração
japonesa ao Brasil O imperador Akihito, do Japão, lembrou hoje, em Tóquio, as dificuldades enfrentadas pelos milhares de japoneses que embarcaram para o Brasil no início do século passado. O imperador agradeceu ao governo e aos brasileiros pela "generosidade" com que acolheram os imigrantes. A homenagem ocorreu diante de dezenas de descendentes dessas pessoas que cruzaram o mundo fugindo da pobreza, durante cerimônia de comemoração dos 100 anos da imigração japonesa para o Brasil. PUBLICIDADE Akihito compareceu à cerimônia acompanhado da imperatriz Michiko e do príncipe herdeiro, Naruhito. Também estava presente a cúpula do governo japonês, representada pelo primeiro-ministro Yasuo Fukuda e os chefes dos poderes Judiciário e Legislativo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi representado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Na platéia estavam
o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, e o chefe da Aeronáutica,
brigadeiro Juniti Saito, um dos inúmeros exemplos do grau de integração
dos imigrantes japoneses e seus descendentes à sociedade brasileira.
"De certa maneira, meus pais também participam desta festa,
porque eles fazem parte da saga desse punhado de japoneses que foi para
o Brasil", disse Saito, depois da cerimônia. |
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