H O M E
Official Website: http:/www.kunaicho.go.jp/
Link: http://www.japan-guide.com/
PALÁCIO IMPERIAL
http://www.geocities.com/tokyo/temple/3953/

Hoje, uma grande parte de Edo-jo está ocupado pelo palácio Imperial onde o imperador e a família reside. O público não pode entrar nesta área mas é possível visitar a ala do Higashi-gyoen (jardins orientais) e o Honmaru onde o donjon se encontrava. Vale a pena fazer uma viagem para Edo-jo só para ver as imensa pedras moats usados para formar a base do castelo que ainda hoje permanece no estado original resistindo ao grande terremoto de Kanto sem se esmigalhar.

RUÍNAS DE EDO-JO

A história de Edo-jo data de atrás do Período de Heian quando o palácio foi construído pelo clã de Edo neste local. Em 1457 o clã de Uesugi entrou no poder. O castelo permaneceu debaixo do controle da família de Uesugi até 1604 com a vinda da clã de Tokugawa.

Antes de Tokugawa Ieyasu, Edo (Tóquio) era apenas uma cidade na área de Kanto. Devido ao pensamento revolucionário e urbanístico de Ieyasu, a cidade de Edo desenvolveu a velocidade de raio e depressa se tornou o centro social e político do Japão. O castelo de Edo-jo, nesta época, se transformou no maior castelo do mundo.

 

 
   
Este é o Sakurada 2 yagura que se levantam entre O Kikyo e o portão principal. Também é chamado de Tatsumi Yagura.

 
Em 1657 um grande incêndio ocorreu em Tóquio e destruiu muitas partes do castelo inclusive o donjon. que nunca mais foi reconstruído. Durante 264 anos, 15 gerações da clã Tokugawa regeram o Japão no Edo-jo, perdendo o controle em 1868 na guerra de Boshin.. A maioria de Edo-jo foi destruído pelos bombardeios norte-americanos na segunda guerra mundial..
 
The Sakuradamon Gate.
 
Este é o Sakurada 2 yagura que se levantam entre O Kikyo e o portão principal. Também é chamado de Tatsumi Yagura.

Imperador Akihito lembra imigração japonesa ao Brasil
Qui, 24 Abr, 03h10

O imperador Akihito, do Japão, lembrou hoje, em Tóquio, as dificuldades enfrentadas pelos milhares de japoneses que embarcaram para o Brasil no início do século passado. O imperador agradeceu ao governo e aos brasileiros pela "generosidade" com que acolheram os imigrantes. A homenagem ocorreu diante de dezenas de descendentes dessas pessoas que cruzaram o mundo fugindo da pobreza, durante cerimônia de comemoração dos 100 anos da imigração japonesa para o Brasil.

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Muitos dos presentes fizeram o caminho inverso e enfrentam hoje no Japão problemas que vão da dificuldade de integração à sociedade local a crises de identidade. "Como os imigrantes japoneses foram recebidos bem no Brasil é importante que os nikkeis sejam bem recebidos na sociedade japonesa", afirmou Akihito, em referência aos descendentes dos que deixaram o país.

Akihito compareceu à cerimônia acompanhado da imperatriz Michiko e do príncipe herdeiro, Naruhito. Também estava presente a cúpula do governo japonês, representada pelo primeiro-ministro Yasuo Fukuda e os chefes dos poderes Judiciário e Legislativo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi representado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Na platéia estavam o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, e o chefe da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, um dos inúmeros exemplos do grau de integração dos imigrantes japoneses e seus descendentes à sociedade brasileira. "De certa maneira, meus pais também participam desta festa, porque eles fazem parte da saga desse punhado de japoneses que foi para o Brasil", disse Saito, depois da cerimônia.