Sarandi
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Sarandi (Paraná) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Município de Sarandi Aniversário Fundação 14 de outubro de 1981 Gentílico sarandiense Prefeito(a) Milton Martini (PP) (2009 – 2012) Localização 23° 26' 38" S 51° 52' 26" O23° 26' 38" S 51° 52' 26" O Unidade federativa Paraná Mesorregião Norte Central Paranaense IBGE/2008 Região metropolitana Maringá Municípios limítrofes Maringá e Marialva Distância até a capital 412 km Características geográficas Área 103,226 km² População 84.651 hab. est. IBGE/2009 Densidade 859,7 hab./km² Altitude 592 m Clima Subtropical Fuso horário UTC-3 Indicadores IDH 0,768 médio PNUD/2000 PIB R$ 381.934 mil IBGE/2005 PIB per capita R$ 4.436,00 IBGE/2005 Sarandi é um município brasileiro do estado do Paraná, situado na Região Metropolitana de Maringá. História Entretanto, documentos e depoimentos relacionados à posse de terras evidenciam a presença de famílias na área rural desde a década de 30, vindo a aumentar consideravelmente na década seguinte. As primeiras famílias desbravam a terra, abriram clareiras e formaram as primeiras lavouras de café. Muitos destes pioneiros, anos depois, foram os primeiros moradores também na área urbana, contribuindo para o desenvolvimento da localidade. Os primeiros habitantes eram, em sua maioria, imigrantes vindos do Estado de São Paulo e do Nordeste brasileiro, sonhando com as riquezas do Norte do Paraná. Eles adquiriram suas terras, abrindo a mata e formando grandes lotes rurais. Começava ai plantio de café. Na área urbana, em 1974, as loteadoras iniciaram a venda de terrenos. Porém a explosão imobiliária ocorreu em 1976. Na ocasião, um grande número de famílias deixou o campo por força da geada que dizimou os cafezais. O sucesso na venda de terrenos urbanos viabilizou à abertura de novos loteamentos. O acentuado crescimento econômico, a expansão da área urbana e o aumento na arrecadação de impostos impulsionam a eclosão de um movimento popular pedindo a emancipação política da localidade, que na época pertencia a Marialva. Um plebiscito popular em 1981 aprovou a criação do Município de Sarandi, de acordo com a Lei 7052/1982. Problemas atuais O Núcleo Região Metropolitana de Maringá/UEM, da rede Observatório das Metrópoles, sediada na Universidade Federal do Rio de Janeiro, elaborou o projeto COMO ANDA A REGIÃO METROPOLITANA DE MARINGÁ. De acordo com a coordenadora do Núcleo, professora Ana Lúcia Rodrigues, uma pesquisa realizada pela rede/UFRJ revela que, na verdade, indicativos dos municípios sob a área de influencia de Maringá não alcançam a pontuação suficiente para ser classificado como metropolitanos, com exceção de Sarandi e Paiçandu. No trabalho elaborado pelo Núcleo local, constatou-se que, em comparação com Maringá, Sarandi e Paiçandu são os municípios mais carentes em políticas públicas da região. O crescimento populacional nas duas cidades é de 4% a 5% ao ano, enquanto o aumento registrado no município pólo é de 2,2%. Entre julho de 2004 e julho de 2006, três mil novos moradores se fixaram em Sarandi. Paiçandu ganhou mil habitantes e Maringá, cinco mil. Esse crescimento populacional faz aumentar os problemas sociais, principalmente porque, na região, os dois municípios são também os que possuem os menores níveis de renda. A renda per capita mensal em Paiçandu é de R$ 182,23 e em Sarandi, de R$ 187,13, enquanto em Maringá, é de R$ 465,37. Conforme o estudo, Sarandi e Paiçandu são as únicas cidades com alto nível de integração com o município pólo (Maringá). Entretanto, apresentam os problemas mais sérios. O processo de concentração das atividades e de população na sede da aglomeração urbana regional chega a 75%, muito acima do que ocorre em outras regiões metropolitanas brasileiras. Apenas o município de Sarandi tem algum peso, pois sua população responde por 16% da fatia do bolo populacional na região. A pesquisa aponta ainda a existência de um déficit habitacional em todos os municípios. Segundo Rodrigues, isso se deve ao caráter elitista da organização espacial da cidade de Maringá, que exclui a população trabalhadora com menor poder aquisitivo, direcionando-a principalmente para as duas cidades mais próximas, onde o problema é relativamente maior. Em Maringá, porém, é que os números assustam. São cerca de 14 mil chefes de família cadastrados na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação à espera de uma casa própria. Outra importante conclusão da pesquisa demonstra que atualmente não sobraria, na maior parte dos municípios, recursos para investimentos em projetos integrados. Segundo o cruzamento de dados, existente, entre os municípios, uma disparidade nos índices de arrecadação municipal própria e nos percentuais da receita consumidos com o serviço da divida pública. Na cidade pólo, a receita própria é de quase 37% do orçamento, enquanto em Mandaguaçu é de apenas 8,66%. Ao mesmo tempo, Maringá tem garantido 69,68% de receita vinculada, determinada por lei; e a cidade vizinha possui 93,28%, dependendo quase que unicamente das verbas repassadas obrigatoriamente pela União e pelo Estado. Geografia Rodovias |
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MONUMENTO
DO CAFÉ |
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