ARAPONGAS |
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa Município de Arapongas Aniversário Fundação 10 de Outubro de 1947 Gentílico araponguense Lema Prefeito(a) Luiz Roberto Pugliese (2009 – 2012) Localização 23° 25' 08" S 51° 25' 26" O23° 25' 08" S 51° 25' 26" O Unidade federativa Paraná Mesorregião Norte Central Paranaense IBGE/2008 Microrregião Apucarana IBGE/2008 Região metropolitana Municípios limítrofes Rolândia, Apucarana, Londrina e Sabáudia Distância até a capital 386 km Características geográficas Área 381,091 km² População 103.025 hab. est. IBGE/2009 Densidade 270,3 hab./km² Altitude 816 m Clima Subtropical Cfa Fuso horário UTC-3 Indicadores IDH 0,774 médio PNUD/2000 PIB R$ 1.261.078 mil IBGE/2005 PIB per capita R$ 12.802,00 IBGE/2005 Arapongas é um município brasileiro do estado do Paraná. Fundado em 10 de outubro de 1947, sua população estimada em 2009 é de 103.025 habitantes (IBGE).
História Nos anos seguintes foram povoadas as glebas destinadas às Colônias formadas por imigrantes japoneses e eslavos, surgindo, assim, em 1937, as Colônias Esperança e Orle já povoadas, que muito contribuíram para o progresso e expansão do novo patrimônio. Arapongas continuou a fazer parte do território do município de Londrina até o ano de 1943, quando foi criado o município de Rolândia, ao qual passou a pertencer, já agora como distrito judiciário, criado pela Lei nº 199 de 30 de dezembro de 1943, que aprovou a nova divisão administrativa do Paraná, para vigorar no quinquênio 1943-1947. Devido a falta de transportes, o distrito crescia vagarosamente, esse problema ainda mais se agravou em decorrência das restrições motivadas pela Segunda Guerra Mundial. Nessas condições, até o ano de 1945, a sede distrital possuía umas 600 casas e era servida pela então Estrada de Ferro São Paulo-Paraná, que logo depois foi incorporada, passando a integrar o patrimônio da Rede de Viação Paraná - Santa Catarina. Não obstante, o povo de Arapongas continuou a lutar bravamente pelo seu progresso e bem-estar, chegando a constituir uma entidade com a designação da Sociedade dos Amigos de Arapongas, para pugnar pela sua autonomia, progresso e desenvolvimento. E foi assim que, em virtude desses esforços, o Governo Estadual, pela lei nº 2 de 10 de outubro de 1947, criava o município de Arapongas desmembrando-o de Rolândia e elevando a sua sede à categoria de cidade. Aquela época, o município possuía uma área total de 2007 quilômetros quadrados e se compunha dos distritos administrativos da sede municipal, Astorga e Sabáudia. Poucos dias após a publicação da Lei nº 2 de 10 de outubro de 1947, foi empossado no cargo de Prefeito interino José Simonetti que permaneceu até a posse do primeiro prefeito eleito, Julio Junqueira, em 9 de novembro de 1947, por uma coligação de partidos da oposição. A posse de Julio Junqueira realizou-se trinta dias após a eleição. O primeiro prefeito enfrentou vários problemas políticos sendo, inclusive, cassado o seu mandato, de que se livrou através de uma hábil manobra política. Em 16 de janeiro de 1948 foi instalada a comarca, criada pouco antes, na categoria de primeira entrância, sendo que dois anos depois foi elevada diretamente à categoria de terceira entrância. O primeiro Juiz de Direito foi Ismael Dorneles de Freitas, e o primeiro promotor Público foi Marcolino Leite de Paula e Silva. Em 22 de julho de 1951 foi eleito Prefeito Municipal João Cernichiaro, que como seu antecessor lutou com graves problemas de ordem política. Mesmo assim, Arapongas continuou progredindo. Nesse período foi iniciado o calçamento dos logradouros da cidade; construído o conjunto do Paço Municipal; abertas diversas rodovias e criadas numerosas escolas municipais. Por duas vezes teve João Cernichiaro decretada a cassação do seu madato, e por duas vezes dois Presidentes da Câmara Municipal tentaram assumir as funções do Prefeito Municipal, somente não o conseguindo devido à intrepidez e à bravura do Prefeito que resistiu até pela força às manobras de Câmara Municipal. Finalmente, recorrendo à instância superior, João Cernichiáro teve ganho de causa, continuando no poder até o fim do seu mandato. Em 1952, Arapongas perdeu o território do distrito de Astorga, que foi desmembrado e transformado em município autônomo. A medida posta em prática pelo Governo do estado não teve boa repercussão, tanto assim que dos vinte vereadores com assento na Câmara Municipal, cinco renunciaram ao seu mandato, em sinal de protesto. Em 1954, o município sofreu novo desmembramento, com a criação da municipalidade de Sabáudia, território do antigo distrito do mesmo nome. Com mais essa perda, a comuna reduzida à área do distrito e sede municipal. Em que pesem as perdas territoriais, Arapongas acabou por demonstrar um dinamismo empresarial acima da média da região, vindo a desenvolver um extenso parque industrial moveleiro e de brindes, sendo hoje um importante polo de produção de móveis para o resto do Sul do Brasil. Isto se deu após os anos 70, quando o súbito colapso da cultura do café no norte do Paraná devido as fortes geadas obrigou as cidades da região a buscar novas bases econômicas. A indústria de móveis de baixo custo, especialmente de estofados, logo se revelou um caminho com grande potencial de ampliação de consumo, o que gerou uma proliferação de empresas num bem projetado (e pioneiro na região) parque industrial. Nesse setor, o polo de Arapongas acabou rivalizando com a indústria moveleira de Curitiba, esta mais tradicional mas muito baseada na marcenaria artesanal e portanto, menos competitiva. Este processo de industrialização está na base do crescimento populacional e econômico da cidade, que vem gradualmente sofisticando seus setores comerciais e de serviços, ocupando posição virtualmente equivalente a Apucarana na região. Geografia Relevo O prefeito de Londrina, Miguel Blasi, cedeu as primeiras professoras municipais, no início do ano de 1.943, bem como a primeira diretora do estabelecimento, que foi Aracy Conceição França. Ela não era só professora; era mãe, amiga, conselheira dos alunos e das mães dos mesmos. Os alunos de suas turmas conheciam bem Aracy. Ela tinha uma caixinha no armário da sala com dinheiro para comprar material para alguém que precisasse e não podia, seus alunos eram ensinados a se respeitarem e se amarem como irmãos e aprendiam a dividir com seus companheiros o que lhes sobrava.Ela atuou na direção até o ano de 1944. As primeiras professoras do Grupo Escolar de Arapongas foram: Nilda Dutra Cordeiro Antoniela Torres Wagner Francisca Dutra Cordeiro Ilda Gonçalves Maria de Lourdes Novaes Yvone Martins Nadir Siqueira Mendes Clara Cavaletti Em 18 de Setembro de 1.943, às 09h00min, realizou-se a primeira ata de reunião do Grupo Escolar de Arapongas, em caráter pedagógico e filantrópico, pois todas se propunham a levar a efeito um festival em benefício das obras do Grupo Escolar, além de tratarem de assuntos referentes ao ensino. Para arrecadar dinheiro faziam-se festas, touradas, bailes, etc., os bailes eram ao som de um conjunto musical composto de sanfona, violão e pandeiro, em salões ou armazéns cedidos pelos proprietários, à luz de lampiões. O sanfoneiro chamava-se Juvenal e atendia a todos os pedidos de música. Também a primeira ata de exame de 22 de Setembro de 1.943, reunião presidida pela diretora Aracy C. França. Em 19 de Outubro do mesmo ano foi oficialmente fundado o Grupo Escolar de Arapongas, com um número de 186 alunos, distribuídos nas três únicas salas de aula do estabelecimento. Em 1.944, passou a dirigir o estabelecimento a professora Odete Bassan Caron, já como professora estadual. Em 1.945, sob a direção do Sr. Antônio de Almeida Garret, as professoras, em exercício desde 1.943, tomaram posse oficialmente em julho de 1.945, conforme consta no primeiro livro de termos e compromissos. Foram as seguintes professoras empossadas em 31 de Julho de 1945: Odete Bassan Caron Ivone Walbach Brunetti Nilza Fernades Musa Margarida Cachia Vallin Aracy Conceiçao França Francisca Dutra Cordeiro Olavimera Schulhli Carzino Nadir Siqueira Mendes Leondina Passos de Almeida Garret Alice Pereira Isa Maria Correa Haidee França Maria de Lourdes Novaes Nilda Dutra Cordeiro Zoraide G. de Souza Em 1.946, sendo diretora Ivone Walbach Brunetti, o número de alunos elevou-se para 636. Ainda nesse mesmo ano, o Grupo, passou a ser dirigido por Argenide Nallin Malgueiro, que em 1.949 iniciou a construção do novo prédio (blocos 1(um), 2(dois) e Salão Nobre). Enquanto se constrói o novo prédio, as aulas vão sendo administradas nas diversas salas alugadas em vários pontos da cidade, no governo Moysés Lupion. Concluiu-se então com 1.245 alunos no ano de 1.949 com a direção da Sra. Argenide, cuja gestão se estendeu até 1.951. No ano de 1.951 volta a assumir a direção a Sra.Odete Bassan Caron que dirigiu o estabelecimento até 1.953. Na gestão de Odete foi feita a primeira posse por remoção do estabelecimento, da professora Aurora Ribeiro, no dia 1º de Dezembro de 1.951. Já em 1.954, o estabelecimento passa a ser dirigido por Constância Nogueira de Carvalho e Maria Auxiliadora Morozo Machado. O Colégio Comercial de Arapongas: A seguir em 1.955, a direção do estabelecimento passou ao cargo Lauro de C. Ramos. Foi neste ano que ocorreu a mudança de nome do Grupo Escolar de Arapongas para Grupo Escolar Marquês de Caravelas. O Professor Lauro reuniu todos os alunos do Estabelecimento de Ensino e os levou para o Salão Nobre. Lá ele escreveu no quadro negro 3(três) nomes, dentre eles estava o Marquês de Caravelas, o qual foi escolhido. No ano de 1.956 o estabelecimento passa a ser dirigido pela Srta. Maria Edna Grassano, sendo que seu cargo se estende até 1.961. Em 1.961 o novo grupo tem à sua frente nova direção: Aparecida Ornellas Velozo que o dirigiu até o ano de 1.966. Seu lugar é ocupado a partir da data de 10 de fevereiro de 1.966, pela professora Maria de Lourdes Novaes Chiappin, cuja posse se dá em Cambé no dia 8 de fevereiro de 1.966; esta diretora, foi à única a se aposentar neste cargo pelo decreto de lei nº. 140/30 de 5 de fevereiro de 1.969, continuou na direção até junho de 1.969, assumindo em seguida o cargo por curto espaço de tempo a professora Anna da Conceição Balluch (julho e agosto de 1.969), escolhida através de uma lista tríplice. A partir do dia 13 de Agosto de 1969, assume a diretoria a Sra. Irene Corrêa Ribeiro, em virtude da remoção da direção anterior, por determinação da primeira Inspetoria Regional de Ensino, no dia 23 de Setembro de 1969, através da portaria nº. 8414/69 e indicada oficialmente pelo Exmo. Governador do Estado. Em 1.977 toma posse como diretora Sílvia Bortolotto, tendo levado a termo seu cargo até julho de 1.983. No final de 1.983, foi eleito diretor o professor Fortunato Zani Neto (sendo nesta data efetuada a 1ª eleição para diretor no Estado do Paraná), terminando seu mandato em 1.987. Em Janeiro de 1.988, assumiu a professora Dorotea Morelli, tendo ficado no cargo até Maio de 1.988. Nesta presente data, assumi a direção o professor Antonio Marcos Strosi, encerrando seu cargo em 1992. Neste ano assumiu o cargo o professor Hideo Mihara, tendo ficado no cargo até o fim do ano letivo, quando por fim, retornou à direção o professor Marcos. Já em Maio de 2.003 houve uma intervenção
na Direção do Estabelecimento, sendo empossada como Diretora
a Professora Viviane Yokomizo e ao final de 2003 houve eleições
diretas e democráticas para Diretor, sendo vencedora a chapa do
Professor Nilson Martins Ribeiro para Diretor, com a direção
auxiliar da Professora Lucineia Meire Minelli Domingues e do Professor
Hideraldo Luiz Trombelli. A nova direção foi nomeada em
18 de Dezembro de 2003 – Diário Oficial nº. 6653 de
23 de Janeiro de 2004, assumindo em Janeiro de 2.004. Atualmente o Colégio
possui 21 salas de aula, e mais 25 salas para demais finalidades, tendo
aproximadamente 2.300 alunos matriculados nos três turnos: Ensino
Fundamental, Ensino Médio e Profissional. CAE Centro de Atendimento e Especialização aos Deficientes Visuais e Auditivos". Dentro do Colégio Estadual Marquês de Caravelas funciona um Centro de Especialização aos alunos com Deficiência Auditiva e Visual. Lá eles desenvolvem projetos de inclusão e superação de limites. Foi construído graças aos esforços do Professor Nilson Martins Ribeiro, da Professora Lucineia Meire Minelli Domingues, do Professor Hideraldo Luis Trombelli e principalmente das Empresas da Cidade de Arapongas que ajudaram a levantar essa obra. Atualmente Economia Tribuna do Norte Frota Filhos ilustres |
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