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Taubaté Taubaté é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localizado na mesorregião do Vale do Paraíba, no interior do estado, dista 123 km da capital paulista, 280 km da cidade do Rio de Janeiro, 90 km de Ubatuba, no Litoral e 45 km de Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira. É o segundo maior pólo industrial e comercial da mesorregião, abrigando empresas como Volkswagen, Ford, LG, Alstom, Usiminas, EMBRAER, entre outras. O município também abriga o Comando de Aviação do Exército. Além disso, é a terra natal do escritor Monteiro Lobato. Segundo o IBGE em 2008 o município possui 270.918 habitantes. O nome da cidade origina-se da língua tupi, e significa aldeia (taba) elevada (ibaté História O nome Taubaté deriva de uma aldeia guaianá, encontrada às margens do córrego do convento velho - "taba" (aldeia) "ibaté" (alta) -, onde hoje se situa o bairro do Alto do Cristo. No início, era desenvolvida na vila a cultura de subsistência utilizando a agropecuária, além do bandeirismo. Foi no principal período das bandeiras entre 1690 e 1715 que a vila teve uma certa prosperidade com o abastecimento das bandeiras vindo tanto da Vila de São Paulo do Piratininga quanto da própria vila de Taubaté. Isto se deve ao descobrimento de ouro no sul de Minas Gerais pelo bandeirante Antônio Rodrigues Arzão em 1693. Passada esta época, Taubaté voltou à agropecuária de subsistência - que predominou por um século - até a chegada da cultura do café, trazida do Rio de Janeiro. Taubaté começou a cafeicultura na metade do século XVIII e, em 1900, alcançou a maior produção cafeeira do Vale do Paraíba. Nesta época, a cidade atingiu a maior população do interior do estado, com 36.000 habitantes. Em 26 de fevereiro de 1906, na gestão do então Presidente da República Rodrigues Alves, foi assinado o Convênio de Taubaté conjuntamente pelos Presidentes dos Estados (hoje, "Governadores") de São Paulo (Jorge Tibiriçá Piratininga), Rio de Janeiro (Nilo Peçanha) e Minas Gerais (Francisco Antônio de Sales). O convênio tinha como objetivo incentivar a produção de café através do controle das plantações e dos valores das taxas para exportação e para o consumo interno. Em 1920, a cafeiculura entra em decadência. O esgotamento dos solos pela prática da monocultura fez com que outras fontes de renda na cidade. A rizicultura, beneficiada pelo Rio Paraíba do Sul, foi uma das alternativas na época. O fim do ciclo do café levou a então cidade de Taubaté - título concedido pelo Barão de Monte Alegre no dia 5 de fevereiro de 1842 - a se industrializar devido à fácil comunicação com a Capital Rio de Janeiro e a capital do Província São Paulo. A estrada de Ferro Dom Pedro II - Central do Brasil - e a Rodovia Rio-São Paulo passavam pela cidade. O dinheiro proveniente da cafeicultura, a mão-de-obra barata e a eclosão das duas grandes guerras contribuíram para a industrialização do município. No ano de 1891 Taubaté teve
uma de suas primeiras indústrias, a CTI (Companhia Taubaté
Industrial), onde se fabricava "morins" - tecido branco e fino
de algodão -, que eram vendidos para grande parte do Brasil. O
prédio da antiga fábrica (ou prédio do rélogio)
situa-se na Praça Felix Guisard (conhecida como praça da
CTI), próximo ao centro da cidade |
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Panorama de Taubaté |
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Igreja Santa Terezinha |
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Entrada de Taubaté |
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