QUINTA
DA BOA VISTA |
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Quinta
da Boa Vista |
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| Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Quinta da Boa Vista localiza-se no bairro de São Cristovão, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Constitui atualmente um parque público de grande valor histórico. Nas dependências da Quinta localizam-se ainda o Jardim Zoológico do Rio de Janeiro e o Museu Nacional do Brasil, instalado no local do antigo Paço de São Cristóvão. O edifício é um magnífico palácio em estilo neoclássico, que foi utilizado no século XIX como residência pela Família Imperial Brasileira.
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História |
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Residência
Real |
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À
época, a área da Quinta ainda estava cercada por manguezais
e a comunicação por terra |
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com a cidade era difícil. Mais tarde, os trechos alagadiços foram aterrados e os caminhos por terra aprimorados. Para acomodar a Família Real, o casarão da Quinta, mesmo sendo vasto e confortável, necessitou ser adaptado. A reforma mais importante iniciou-se à época das núpcias do Príncipe D. Pedro com Maria Leopoldina de Áustria (1816), estendendo-se até 1821. Foi encarregado do projeto o arquiteto inglês, John Johnston, que, além da reforma do paço, fez instalar um portão monumental em sua entrada, presente de casamento do general Hugh Percy, 2.° Duque de Northumberland. O portão, inspirado no pórtico de Robert Adams para a "Sion House", residência daquele nobre na Inglaterra, é moldado em uma espécie de terracota, denominada "Coade stone", fabricada pela empresa inglesa Coade & Sealy. |
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Tombado
pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, esse
portão encontra-se |
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atualmente destacado, como entrada principal, no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, nas dependências da Quinta. É de destacar a linha arquitéctonica deste paço em próxima semelhança do Palácio da Ajuda que deixado para trás em Lisboa acabou por ficar inacabado, ganhando o da Quinta da Boa Vista o relevo merecido como nova capital dos Reinos. Residência Imperial |
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outro simétrico, no lado Sul, e um terceiro pavimento começou a ser erguido sobre os dois |
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| já existentes. As obras foram continuadas a partir de 1847 pelo brasileiro Manuel Araújo de Porto-Alegre, que harmonizou as fachadas do edifício, seguido pelo alemão Theodore Marx (1857 e 1868). Entre 1857 e 1861 o pintor italiano Mario Bragaldi decorou vários dos aposentos interiores. Após o casamento em 1817, D. Pedro e a Imperatriz, D. Leopoldina, passaram a residir no Paço. Ali nasceram a futura Rainha de Portugal, D. Maria II (4 de abril de 1819), e o futuro Imperador do Brasil, D. Pedro II (2 de dezembro de 1825). Também ali veio a falecer, em 1826, a Imperatriz, de parto. |
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Próximo
à Quinta, em um casarão presenteado por D. Pedro I, vivia
Domitília de Castro e |
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| Canto Melo, Marquesa de Santos, favorita do Imperador, com quem teve vários filhos. Na Quinta cresceu, foi educado e viveu D. Pedro II. Entre as reformas que este Imperador empreendeu na propriedade conta-se o embelezamento dos jardins, por volta de 1869, com projeto do paisagista francês Auguste François Marie Glaziou. No Paço nasceu, em 29 de julho de 1846, a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II e D. Teresa Cristina. |
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A República
Velha |
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Por outro
lado, o palácio foi desprovido de suas características internas
originais, destruídas ou vendidas após a Proclamação
da República. |
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A Quinta em nossos dias Atualmente, a Quinta da Boa Vista funciona como um parque, abrigando o Jardim Zoológico da Cidade, o Museu da Fauna e, no antigo paço, o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O prédio do palácio, em péssimo estado de conservação durante décadas, está sendo restaurado neste momento e já recuperou as cores e ornamentos originais da grande fachada. Obras no telhado, em algumas salas e nas fachadas laterais também encontram-se em fase de execução neste momento. |
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