MUSEU
HISTÓRICO NACIONAL |
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Museu
Histórico Nacional |
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Por
sua localização estratégica para a defesa da cidade,
então capital, a ponta e as |
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instalações nela mantidas foram área militar até 1908, quando o Arsenal de Guerra foi transferido para a ponta do Caju. Na década de 1920, a ponta do Calabouço foi aterrada e reurbanizada para acolher a "Exposição Internacional comemorativa do Centenário da Independência do Brasil". Para integrar o evento, as edificações do antigo Arsenal de Guerra foram ampliadas e embelezadas, com decoração característica da arquitetura neo-colonial .Em 12 de outubro de 1922 foram abertas ao público, compreendendo o "Palácio das Grandes Indústrias", um dos pavilhões mais visitados da exposição, e duas galerias do Museu Histórico Nacional, criado em agosto daquele ano pelo então presidente da República, Epitácio Pessoa (1919-1922), visando dotar o país de um museu voltado para a História do Brasil. |
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| Atualmente o Museu ocupa todo o conjunto arquitetônico da antiga ponta do | ||||
Calabouço, constituindo-se no mais importante museu histórico do país e em expressivo centro gerador de conhecimento. Abrigou o primeiro curso de Museologia do país, mantendo-se até aos nossos dias como referência para a constituição de importantes museus brasileiros. Características |
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Na
Casa do Trem foi esquartejado o corpo de Tiradentes, após sua execução
no Campo de Lampadosa (atual Praça Tiradentes), no final do século
XVIII. |
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| Acervo - O acervo aberto
à visitação se divide em várias exposições,
permanentes etemporárias. Entre as exposicões permanentes
estão: O
Pátio dos canhões, que guarda a coleção
de canhões do museu e reúne exemplares de Portugal,
Inglaterra, França, Holanda e do Brasil; foi a primeira exposição
do país a ter legendas em braile; |
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primeiros
automóveis a circular no Rio de Janeiro. Uma das raridades dessa
exposição |
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é o carro Protos, pertencente ao Barão do Rio Branco e um dos dois únicos existentes no mundo. Além das exposições, o museu possui o maior acervo numismático e filatélico da América Latina, com cerca de 127.000 peças, entre moedas, cédulas, selos, carimbos, sinetes, medalhas e ordens honoríficas. Há várias peças raras, como a moeda Peça da Coroação, com tiragem de apenas 64 exemplares, cunhada a mando do Imperador Dom Pedro I para comemorar sua coroação, em 1822, a medalha de homenagem a Louis Pasteur, bulas dos Papas Clemente VI (século XIV) e Júlio II (séculos XV e XVI) e a Insígnia Imperial Ordem da Rosa, criada para perpetuar a memória do segundo casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg.
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Há também uma biblioteca, com mais de 57.000 títulos relativos a história, heráldica, |
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filatelia,
numismática, museologia, moda e genealogia. Nela se encontram obras
rarasdos séculos XVI, XVII e XVIII e edições esgotadas,
originais e obras ricamente encadernadas. No
Acervo Histórico, estão reúnidos documentos manuscritos
e iconográficos, como fotografias e gravuras, referentes à
nossa história e divididos em coleções. São
50.000 documentos, disponíveis para pesquisa através de
agendamento. Entre as coleções, estão as dedicadas
ao fotógrafo Juan Gutierrez, que documentou a Revolta da Armada
no Rio de Janeiro, as de Augusto Malta e Marc Ferrez, a dedicada a Carlos
Gomes, composta de partituras, missivas, libretos e fotografias, e a Coleção |
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Família
Imperial, com gravuras, documentos e outros objetos referentes a D. Pedro
I, D. Pedro II e familiares. |
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Ainda, o Centro de Referência Luso-Brasileiro, vinculado ao Arquivo Histórico e criado em 1998 como parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao país e voltado à documentação e divulgação das histórias de Portugal e do Brasil. |
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