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XPASSEIO PELA BAÍA DA GUANABARA
REBOCADOR LAURINDO PITTA
ESPAÇO CULTURAL DA MARINHA

Localizado próximo ao Cais Pharoux, sua construção é notada pelo bom tratamento e conservação e seu interior abriga excelente acervo da história da navegação brasileira.

O Espaço Cultural da Marinha promove passeios para a Ilha Fiscal e pela Baía de Guanabara realizados a bordo do Rebocador Laurindo Pitta, construído na Inglaterra em 1910 para o governo brasileiro,

CAPITANIA DOS PORTOS LOCALIZADO NA ENTRADA DO ESPAÇO CULTURAL
tendo participado da Primeira Guerra Mundial. O trajeto, acompanhado por guia, tem duração de uma hora e meia e permite ao visitante conhecer a história das ilhas das Cobras, Ilha Fiscal ,Ilha das Enxadas e Ilha Villegagnon, as principais características dos navios de guerra ali atracados além de pontos turísticos e históricos.
Museu Flutuante Bauru. foi lançado ao mar em 15 de setembro de 1943.
Atracado ao lado, pode ser visto o Museu Flutuante Bauru.Construído em Nova Jersey (EUA), foi lançado ao mar em 15 de setembro de 1943, e incorporado à Marinha americana em 11 de outubro do mesmo ano com o nome de McAnn. Prestou serviços à Marinha americana até agosto de 1944, quando foi transferido para a Marinha do Brasil, recebendo o nome de Bauru em homenagem à cidade paulista de Bauru.
REBOCADOR LAURINDO PITTA
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Contratorpedeiro-Escolta
MUSEU NO ESPAÇO CULTURAL
 

Bauru participou de comboios e efetuou missões de apoio no transporte de tropas e patrulhamento em zonas de guerra.

Terminado o conflito, foi incorporado à Flotilha de Contratorpedeiros e, posteriormente, ao Esquadrão de Avisos Oceânicos, onde continuou a cumprir importantes e diversificadas missões.

Nos seus quase 40 anos de atividade, o Bauru navegou 295.405 milhas, perfazendo 1.423 dias de mar. Após sofrer reformas de adaptação, foi aberto à visitação pública no ano de 1982 como navio-museu.

INFORMAÇÕES: Telefone: 2104-6191
Visitação: de 3a feira a domingo, das 12h às 17h.

Endereço: Av. Alfredo Agache, s/nº - Praça Quinze de Novembro - Centro
Tel.: (21) 2104-6992 / (21) 2233-9165 / (21) 2104-6879
Email: admin@sdm.mar.mil.br
Website: http://www.sdm.mar.mil.br

 
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CONFIRA ABAIXO AS PRINCIPAIS PAISAGEM VISTO PELO PASSEIO:
ILHA FISCAL
 
Chamada de Ilha dos Ratos até 1882. Seu nome foi alterado para Ilha Fiscal, quando, após aplainada e aterrada, ali foi instalado um posto de fiscalização alfandegária. Neste período foi iniciada a construção do castelo de estilo gótico provençal, concluída em 1889.

Essa ilha entrou para a história em 9 de novembro de 1989, conseqüência da célebre recepção oferecida pelo presidente do Conselho de Ministros ao comandante e oficiais de navio chileno que visitava o Brasil. Foi a festa mais notável da época, que ficou conhecida como “O Último Baile do Império”. Diariamente, em três visitas guiadas, são mostrados o prédio, os salões, o torreão e as exposições permanentes.

Horário de visitação: de quinta-feira a domingo, às 13 horas – 14h30min – 16 horas (exceto nos segundos finais de semana de cada mês)
Agendamento para grupos: (021) 2233-9165 – 2104-6992
Venda de ingressos: no Espaço Cultural da Marinha, nos dias de visitação, de 12 às 16 horas
Preços: R$ 10,00 adultos e R$ 5,00 estudantes com carteira, crianças até 12 anos e maiores de 65 anos.

 
PONTE RIO - NITERÓI
 
Oficialmente conhecida como Ponte Presidente Costa e Silva, foi inaugurada em 4 de março de 1974. A ponte faz parte da Rodovia BR-101, que parte do nordeste do país e corre ao longo da costa em direção ao sul. Cruza a Baía de Guanabara ligando as cidades de Niterói e Rio de Janeiro, com um comprimento total de 13,29 km.

Depois de terminada a ponte, é possível percorrer 4.577 km de BR-101, desde Touros no Rio Grande do Norte até Rio Grande no Rio Grande do Sul, sem interrupções. Não é a ponte mais longa do mundo, mas está entre as sete maiores.

 
CENTRO FINANCEIRO DO RIO DE JANEIRO
PRAIA DE ICARAÍ - NITERÓI
PÃO DE AÇUCAR
 
Um dos cartões-postais da cidade do Rio de Janeiro, mede 396 metros de altura e teve seu primeiro trecho (Praia Vermelha–Morro da Urca) inaugurado em 1912. O segundo trecho (Morro da Urca – Pão de Açúcar) foi concluído no ano seguinte.

Oferece uma visão deslumbrante da Baía de Guanabara, de Niterói, das praias do Leme e de Copacabana, do Morro do Corcovado e da cidade do Rio de Janeiro. Para se chegar até o alto do morro, utiliza-se um teleférico (bondinho) que transporta 75 passageiros.

Os portugueses deram este nome ao morro pela semelhança de seu formato com as formas cônicas de barro, existentes na Ilha da Madeira, utilizadas para moldar o açúcar, que era retirado e distribuído para consumo.

 
BARCAS
A estação das Barcas, na Praça XV, foi inaugurada em 1906. Botes, faluas e saveiros, impulsionados por escravos, eram os meios de transporte marítimo no Rio de Janeiro do início do século XIX.

O transporte regular aquaviário na Baía de Guanabara foi iniciado em 1835, com a criação da Companhia de Navegação de Nichteroy, empresa privada que fazia o transporte de passageiros entre Rio e Niterói utilizando três embarcações.

Em 12 de fevereiro de 1998, foi transferida para a iniciativa privada, passando a ser administrada pelo Consórcio Barcas S.A. Atualmente, faz o transporte Rio–Niterói, Rio–Ribeira, Rio–Paquetá e um passeio turístico pela Baía de Guanabara.

AEROPORTO SANTOS DUMONT-
 
É o primeiro aeroporto civil do Brasil, inaugurado em 1936. No Rio de Janeiro, a aviação comercial empregando hidroaviões utilizava o atracadouro da Ponta do Calabouço. A aviação de pouso e decolagem terrestre, ainda insipiente, aproveitava o Campo de Manguinhos.

Capital Federal, o Rio de Janeiro exigia um aeroporto condizente com suas necessidades e a área escolhida para construí-lo foi o próprio Calabouço. As obras começaram em 1934, constituindo-se basicamente na construção de uma muralha de contenção e o lançamento de mais de 2,7 milhões de metros cúbicos de areia na área conquistada ao mar. Hidroaviões continuavam a operar normalmente no local e no terrapleno antes mesmo de estar concluído.
A Estação de Passageiros de Hidroaviões foi inaugurada em 1938. Em 1947, começam a ser utilizadas as novas dependências terrestres da Estação de Passageiros.

Em fevereiro de 1998, um incêndio destruiu parcialmente o prédio do Aeroporto Santos-Dumont. Hoje é utilizado para vôos regionais, principalmente para a ponte aérea Rio–São Paulo.

 
ESCOLA NAVAL
 

A Escola Naval é a mais antiga instituição de ensino de nível superior do Brasil. Foi criada em 1782, em Lisboa, Portugal, por Carta Régia da Rainha D. Maria I sob a denominação de Academia Real de Guardas-Marinha. Com a vinda da Família Real para o Brasil, a Academia desembarcou no Rio de Janeiro em 1808, trazida a bordo da nau "Conde D. Henrique". Instalada primeiramente no Mosteiro de São Bento, lá permaneceu até 1832, e a partir daí sofreu inúmeras mudanças de instalações, tendo funcionado inclusive a bordo de navios. Finalmente, em 1938, a ESCOLA NAVAL veio fixar-se nesta Ilha de Villegagnon.

Atrações: anualmente, no segundo domingo de outubro, é realizada a Regata Escola Naval, que reúne veleiros de todas as classes, provas de remo, encontro de pintores de marinhas e de anutimodelistas. Também é realizada uma prova onde cpmpetem os veleiros radiocontrolados.

 
   

Ilha da Boa Viagem
Já em 1586, era conhecida como Ilha da Boa Viagem, como indicação de ser um caminho seguro para os navegantes. A bateria marinha (popularmente conhecida como Forte da Boa Viagem) foi construída entre 1690 e 1702 para auxiliar o Forte de Gragoatá, situado nas imediações.

A ilha foi também um ponto de observação importante para a defesa do litoral, e o controle da navegação na Baía de Guanabara, até fins do século XIX. Sua beleza paisagística foi divulgada em várias partes do mundo pelos relatos e gravuras dos visitantes.

Em 1896, a Ilha da Boa Viagem passou a ser administrada pela Associação Protetora dos Homens do Mar (APHM), entidade beneficente vinculada ao Clube Naval do Rio de Janeiro, que executou um conjunto de obras para a melhoria das suas condições, dentre elas a recuperação da capela. Em 1937 o Ministro da Marinha concedeu o usufruto da ilha aos escoteiros do mar, convertendo-a em centro de instruções. Por volta de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, a Marinha do Brasil requisitou a ilha para sediar o Comando de Defesa do Porto do Rio de Janeiro.

Com o fim da Segunda Guerra, em 1945, a ilha voltou a ser utilizada pelos escoteiros do mar, que instalaram sua sede nesta casa e a chamaram de Castelo dos Escoteiros. Atualmente é ligada ao continente por uma língua de areia que dá passagem a pé na maré baixa e por uma ponte de concreto, construída em 1977. Tem ainda a guarita, o calabouço e a Capela do século XVII ainda exercendo suas funções religiosas.

 

Fortaleza de São João
Local da fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1565. Dez anos antes, os franceses haviam invadido o Rio de Janeiro e fundaram uma colônia na Ilha de Serigipe, onde hoje está a Escola Naval. Estácio de Sá chegou ao Rio com a missão de combater e expulsar os franceses, formalizando a fundação da cidade, entre o Morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar, e erguendo uma fortificação na Ponta de São Teodósio.

Ampliada e reformada ao longo do tempo, entrou em serviço em 1618 com quatro baterias. Por ordem do Imperador D. Pedro II e diante das conseqüências que poderiam advir do rompimento das relações diplomáticas com a Inglaterra (Questão Christie), foi inteiramente reformada. A partir de 1920, o Forte passou a ter 17 casamatas e um grande paiol de munição. Ali funcionam atualmente a Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pessoal, Centro de Capacitação Física do Exército e Fortaleza de São João e a Escola Superior de Guerra. O portão da Fortaleza encontra-se tombado pelo Patrimônio Histórico.


 
 
Ilha da Laje

Situada na entrada da Baía de Guanabara, a pequena ilha rochosa mede 100 x 60 metros. Em 1555, os invasores franceses denominaram-na Le Ratier (ratoeira ou armadilha), abandonando-a logo em seguida devido às tempestades e porque, na maré alta, fica abaixo do nível do mar, colocando em risco o armamento e a guarnição.

A primeira fortificação teve sua construção iniciada em 1644 e só concluída no governo do Marques do Lavradio (1769-1790). Foi destruída, em 1893, durante a Revolta da Armada. De 1896 a 1901, passou por obras de reconstrução e modernização. A partir de 1953, recebeu a denominação de Forte Almirante Tamandaré. Esteve em serviço até 1997, quando foi desativada.


 
 

Aterro do Flamengo
Com seus 1.200.000m² de área verde à beira-mar, o Aterro do Flamengo é o resultado de um dos mais belos e importantes projetos paisagísticos do artista Roberto Burle Max.

Do Aeroporto Santos Dumont à Enseada de Botafogo, o parque oferece as mais diversas atrações: Museu de Arte Moderna, Monumento aos Pracinhas, Marina da Glória, Museu Carmem Miranda e o Monumento a Estácio de Sá – fundador da cidade.

 
 

ILHA DAS COBRAS

A Marinha está presente na Ilha das Cobras, antiga Ilha da Madeira, desde a época em que se fazia o escoamento do ouro das Minas Gerais pelo Rio de Janeiro, por volta do século XVIII. A primeira fortificação da ilha ocorreu no século XVIII, construída pelo Governador Martim Afonso de Sá com o nome de Fortaleza de Santa Margarida. Depois foram feitas novas fortificações com o nome de Forte Santo Agostinho e Fortaleza Pau da Bandeira. Em 1761, o complexo formado pelas três fortificações recebeu a nomenclatura de Fortaleza de São José da Ilha das Cobras.

A Ilha tem um total de 320 mil metros quadrados de extensão e compreende as partes alta e baixa. A parte central e elevada da Ilha é ocupada pelo Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, pelo Hospital Central de Marinha, pelo Presídio Naval e pelo Museu do CFN. Os fuzileiros navais ocupam a Ilha desde 1809, quando ali se instalou a Brigada Real da Marinha, origem do Corpo de Fuzileiros Navais. A parte baixa é ocupada pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro desde a década de 1930.

O Arsenal é responsável pela construção e reforma de navios e submarinos. Na parte baixa, ainda encontramos o prédio da Ilha das Cobras, subordinado à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM).

 
 
Ilha das Enxadas
Situada ao norte da Ilha das Cobras, com 38 mil metros quadrados, é uma das mais conhecidas da baía. Em 1808, foi utilizada como hospital para os marinheiros ingleses que acompanharam a Família Real Portuguesa na sua viagem para o Brasil. Depois, abrigou, sucessivamente, depósito de carvão, depósito de construção naval, Escola de Aviação Naval, Escola Naval, Escola de Educação Física e, a partir de 1945, o Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW).

Para explicar seu nome, existem duas versões: a primeira diz que é por ter sido nela abandonado um carregamento de enxadas destinado ao Rio da Prata; outra atribui o nome ao peixe-enxada, que havia em abundância nas proximidades da ilha. Atualmente funciona nesta ilha o CIAW, que é um centro destinado a formar oficiais da Marinha da área de Saúde, Engenharia, dos Quadros Técnico, Complementar e de Capelães Navais.