PREVISÃO DO TEMPO |
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Baía
de Guanabara Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. . Barra da baía de Guanabara, Rio de Janeiro, Brasil Aspectos históricos Habitada por diversos grupos indígenas, foi descoberta pela expedição exploradora portuguesa de 1501 (cujo comando é atribuído por alguns autores a Gaspar de Lemos), a 1 de Janeiro de 1502, que a confundiram com a foz de um grande rio, denominado como "rio de Janeiro". Os indígenas, entretanto, denominavam-na, em tupi-guarani, como Iguaá-Mbara (iguaá = enseada do rio, e mbará = mar). |
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Foi
assim descrita por alguns de seus primeiros observadores: |
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Toda a terra deste
rio he de montanhas e serras muy altas. As melhores águas há
neste rio que podem ser. (Pero Lopes de Sousa. Diário de Navegação.
1531) Principal acesso à cidade do Rio de Janeiro durante séculos, acabou tragada pelo |
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crescimento
urbano a partir da segunda metade do século XX. |
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Atualmente
conta com um tráfego intenso de navios, sendo significativa também
a circulação das balsas, catamarãs e aero-barcos
que ligam o centro do Rio de Janeiro à Ilha de Paquetá,
à Ilha do Governador, ao centro de Niterói e a Charitas
(Niterói). O trajeto para Niterói pode ser feito, desde
1974, pela Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói. |
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| A baía é a resultante de uma depressão tectônica formada no Cenozóico, entre dois blocos de falha geológica: a chamada Serra dos Órgãos e diversos maciços costeiros, menores. Constitui a segunda maior baía, em extensão, do litoral brasileiro, com uma área de aproximadamente 380 km². Considerando-se a sua barra como uma linha imaginária que se estende da ponta de Copacabana até à ponta de Itaipu, esta sofre um estreitamento entre a ponta da Fortaleza de São João, na cidade do Rio de Janeiro, e a ponta da Fortaleza de Santa Cruz, na de Niterói, com uma largura aproximada de 1.600 metros. Relativamente a meio dessa passagem, ergue-se uma laje rochosa (ilha da Laje), utilizada desde os colonizadores como ponto de apoio à defesa da barra, o atual Forte Tamandaré (antigo Forte da Laje). |
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As
profundidades médias na baía são de 3 metros na área
do fundo, 8,3 metros na |
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altura da Ponte Rio-Niterói e de 17 metros no canal de entrada da barra. Na área do fundo, onde desaguam a maior parte dos rios, o acúmulo de sedimentos constituiu manguezais, envoltos pela vegetação própria da Mata Atlântica. Rios que desaguam
na baía |
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Ilhas
na baía No interior da baía concentra-se uma grande quantidade de ilhas e ilhotas, entre as quais se relacionam: |
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Ilha
d’Água - Ilha da Boa Viagem - Ilha da Conceição
- Ilha da Laje - Ilha das Cobras - Ilha das Enxadas Ilha das Flores (ilhas
do Engenho, Ananases, Mexinguira e Carvalho) Ilha do Brocoió -
Ilha do Caju - Ilha do Fundão - Ilha de Mocanguê - Ilha de
Paquetá - Ilha de Villegagnon - Ilha do Bom Jesus da Coluna - Ilha
do Boqueirão - Ilha do Governador - Ilha do Rijo - Ilha do Pinheiro
- Ilha do Sol - Ilha FiscalIlha dos Macacos - Ilha Redonda de Dentro -
Ilha Aguaraíba, também chamada de Corneíba Ilha de Amacena, primitivo nome da ilha dos Melões (desaparecida com a construção do cais do porto). Ilha de Ananás, situada entre a ilha Mexingueira e a ilha das Flores, subordinada à Hospedaria de Imigrantes - Ilha de Anhangaitá, também chamada Nnhanquetá - Ilha da Araroeira - Ilha de Aroeira, situado perto da ilha do Milho, frente à ponta do Bananal, na ilha do Governador - |
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Ilha
do Baiacu, próxima à ilha do Governador -
Ilha de Bom Jardim, a Sudoeste da ilha |
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do
Governador, na enseada de Inhaúma - Ilha
do Braço Forte, no arquipélago das Jurubaíbas - Ilha
das Caabas, a Oeste da ilha do Fundão, quase unida à ilha
Baiacu - Ilha das Cabras - Ilha de Caéns, primitivo nome da lha
das Moças, desaparecida com a construção do cais
do porto - Ilha de Camambis Grande ou Cambembe, próxima à
ilha do Governador, no canal Paranapucu - Ilha de Cambambis Pequena, idem,
ibidem Ilha de Cangurupis, de Dentro e de Fora: lajes situada próximo da ilha Brocoió. Ilha de Canhanhas, grandes pedras que se acham em uma das extremidades da coroa ao Sul da ilha do Governador e ao Norte da ilha Catalão. |
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É
o morro insular mais alto da Baía de Guanabara. Atualmente é
chamada de Bom |
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Jesus
,onde
existe uma Igreja do Bom Jesus, construída em 1702, onde está
instalado o "Asilo dos Inválidos da Pátria", em
grande prédio que pertenceu a um convento, motivo pelo qual esta
ilha também já foi denominada de ilha dos Frades. Situado
no arquipélago de Bom Jesus, próximo à ilha Pinheiros,
formando um canal estreito Ilha da Cardosa, atualmente denominada de ilha Raimundo, em frente ao porto de Maria Angu - Ilha do Carvalho, situada junto à ilha das Flores, separada por um canal, em frente ao bairro de Neves, no município de São Gonçalo. Já foi chamada de Sete Semanas, Semana e ilha do Ajudante. Ilha de Itaóca, no arquipélago das Jurubaíbas Ilha do Catalão, na baía da Coroa Grande, próximo às ilhas Cabras e Fundão. |
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Ilha
dos Cocóis, pedras situadas próximo à ilha de Paquetá
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Ilha
Comprida, situada no canal Paranapucu, entre a ilha do Governador e a
praia de Brás de Pina - Ilha dos Coqueiros, também chamada
Boqueirão Ilha da Cruz das Almas - Ilha dos Ferreiros, próximo à ponta do Caju, no arquipélago de Santa Bárbara - Ilha dos Ferros, perto da ilha de Itaóca, no arquipélago das Jurubaíbas - Ilha das Folhas, no arquipélago de Paquetá, próximo à ilha desse nome Ilha do Funil, em frente à praia de Copacabana. Ilha do Garavata - Ilha do Garganta Ilha dos Gatos É um dos antigos nome da atual ilha do Governador, constante de velhos mapas. Ilha do Gravataí Situada entre as ilhas da Água e Casa de Pedra. Ilha de Inhaúma |
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Ilha
do Itamoguaiá - o padre Airosa diz ser o primitivo nome da atual
ilha Villegagnon. Também Serigipe. |
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Ilha
do Itanhangá - Ilha de Itaoca - Ilha do Itaoquinha - Ilha do Jaguarão
Ilha de Jurubaíbas Duas são as ilhas deste nome: Jurubaíba de Cima e Jurubaíba de Baixo. Situado no extremo Leste do município do Rio de Janeiro. Ilha das Laranjeiras Pequeno ilhote, situado próximo à ilha do Governador. Ilha dos Lobos Pequena ilha situada no arquipélago de Paquetá, bem em frente à mesma e próximo da ponte das barcas. Ilha dos Macacos Moderna denominação da ilha Pinheiro, devido ao fato de servir para guarda dos macacos procedentes da África e destinados aos estudos de laboratório do "Instituto Osvaldo Cruz". |
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Ilha da Madeira Posteriormente, segundo parece, foi chamada de ilha das
Cabras, |
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conforme
se vê em antigas cartas, passando a corrupção de Cabras
para Cobras. E a atual ilha das Cobras, vendida pelo seu antigo proprietário
ao Governo, por 13$500 réis, hoje pertence ao Ministério
da Marinha. Ilha da Mãe Maria Ilha de Manguinhos Situada na baía de Guanabara. Ilha do Maracajá É um dos antigos nomes da atual ilha do Governador. Ilha do Maracayaguaçu Nome tamoio da atual ilha do Fundão. Ilha do Marim Em alguns mapas antigos figura também com o nome de Mariri. Mais tarde, recebeu os nomes de Santo Antonio e Vital. Atualmente, é chamada ilha das Flores a nela esteve instalada a "Hospedaria de Imigrantes". Situada em frente ao município de São Gonçalo. O mesmo que Umarim e Mariri. Ilha do Mariri - Ilha do MarquesSituado entre a ilha Bom Jesus e o continente. Ilha do Maruí |
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Ilha do MaruimTambém chamada Miruí. Situado na enseada de Inhaúma. |
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Ilha
dos Melões, hoje desaparecida. Ilha da Mexingueira ou Moxingueira,
é uma pequena ilha próximo à ilha do Ananás
e à ilha das Flores, em frente ao município de São
Gonçalo. Está sob a jurisdição do Ministério
do Trabalho. Ilha do Milho, a Leste da ilha do Governador, entre as ilhas
do Rijo e Aroeira. Ilha das Moças Ilha do Mosquito - Ilha de Nhanquetá, ilhota próximo das ilhas Boqueirão e Governador. Ilha do Obu ou Bus, próxima à ilha do Governador. Ilha de Ostrabanda, entre a ilha Fundão e Bom Jesus. |
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Ilha
de Pancaraíba, no extremo Norte, pertence ao arquipélago
de Paquetá. |
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Ilha do Paranapocu, entre o continente (praias de Maria Angu e de Ramos),
onde existe um balneário, nos subúrbios, e a ilha do Governador.
Neste canal são encontradas as ilhas Raimundo, Comprida, do Anel
e Cambambis. Ilha de Paranapuan, é um dos antigos nome da atual
ilha do Governador. Ilha da Pavuna, na embocadura do rio deste tome. Ilha
das Pedras da Passagem, entre a ilha Seca e a pedra Obu. Ilha do Pindaiz, dois ilhotes: Pindaiz de Cima e Pindaiz de Baixo. Ilha das Pitangas, pertence à freguesia de Paquetá. Ilha das Pitas, ao Sul de Paquetá. Ilha das PombasS, atual ilha de Santa Bárbara, situada em frente ao cais do porto. Ilha do Pombeba Situado em frente à praia de São Cristóvão. Ilha Raimunda Pequeno grupo de pedras e ilhotas, perto da ponta Pelônia. Ilha de Santa Bárbara |
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Ilha
de Sapucaia Serve atualmente para depósito de resíduos da
cidade. Situado entre a |
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ponta
do Caju, a ilha
Pinheiro e a antiga Caqueirada (Bom Jesus). Ilha do Sarapuí - Ilha do Saravatá Esta ilha já foi chamada Camarão. Situada em frente à foz do rio Meriti ("lugar onde abundam mosquitos"; sezões) e da pedra do Lagarto, da penha de Irajá, e da ilha do Governador. Pertence à freguesia de Irajá. Ilha Seca, entre a ilha do Governador e as pedras da Passagem. Ilha da Semana, um dos antigos nome da atual ilha do Carvalho. Ilha do Serigipe Nela foi instalado o Forte Coligny, sede do temporário governo do Almirante Villegagnon, que, afinal, deixou seu nome nesta ilha. Atual sede da Escola Naval. Também já foi chamada do Degredo e Itamoguaiá, seg. P. Airosa. Ilha das Sete Semanas, também chamada Forras, Semanas e Santa Rosa, próximo à ilha de Paquetá. Ilha do Taibacis ou Itapacia, |
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ilhota
pertencente ao arquipélago de Paquetá. |
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Ilhas
dos Tapuamas (Tapuamas de Fora e Tapuamas de Dentro), no extremo Leste
e pertencentes ao arquipélago das Jurubaíbas, na freguesia
de Paquetá. Ilha dos Taputeias, na freguesia de Paquetá. Ilha do Tipiti-Açu, próximo às ilhas Boqueirão e Governador. Ilha de Tipiti-Mirim, ilhote junto ao Tipiti-açu. Ilha do Umarim - Ilha de Viraponga, entre as ilhas Boqueirão, Governador e Paquetá. No "Plano da Cidade do Rio de Janeiro", sem data (Biblioteca Nacional), figura com o nome de Neraponga. Ilha do Xaréu |
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Aspectos
naturais |
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A baía abriga dezenas de espécies botânicas, zoológicas e ictiológicas. Entre as espécies que habitam ou procuram a baía de Guanabara para se alimentar ou se reproduzir, destacam-se: Golfinhos - Tartarugas-marinhas
- Bagres - Paratis - Sardinhas - Tainhas |
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Aspectos
de meio-ambiente |
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Diante da perda secular de áreas de manguezal, exploradas sob os mais variados aspectos, a baía atualmente agoniza, vítima da poluição dos esgotos domiciliares e industriais, além dos derrames de óleo e da crecente presença de metais pesados em suas águas. À época do Descobrimento, estima-se que essas áreas cobriam 300 km²; dados da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, em 1997, indicavam que elas se encontravam reduzidas a apenas cerca de 60 km². |
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Embora
as águas da baía se renovem em contato com as do mar, ela
é a receptora final |
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de todos os efluentes líquidos gerados nas suas margens e nas bacias
dos 55 rios e riachos que a alimentam. Entre as fontes potenciais de poluição
contam-se 14.000 estabelecimentos industriais, quatorze terminais marítimos
de carga e descarga de produtos oleosos, dois portos comerciais, diversos
estaleiros, duas refinarias de petróleo, mais de mil postos de
combustíveis e uma intrincada rede de transporte de matérias-primas,
combustíveis e produtos industrializados permeando zonas urbanas
altamente congestionadas. |
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A
bacia que drena para a Baía de Guanabara tem uma superfície
de 4.000 km², |
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integrada
pelos municípios de Duque de Caxias, São João de
Meriti, Belford Roxo, Nilópolis, São Gonçalo, Magé,
Guapimirim, Itaboraí, Tanguá e partes dos municípios
do Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu, Cachoeiras de Macacu,
Rio Bonito e Petrópolis, a maioria localizada na Região
Metropolitana do Rio de Janeiro. Esta região abriga cerca de dez
milhões de habitantes, o equivalente a 80% da população
do estado do Rio de Janeiro e apresentou, no período 1980-1991,
a maior taxa de crescimento do País. Mais de 2/3 dessa população,
7,6 milhões de habitantes, habitam na bacia da Baía de Guanabara. |
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A
partir da década de 1990 vem sendo objeto de um dos maiores projetos
de |
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recuperação ambiental, com verbas do BIRD e do Governo do Japão, cujas obras, atualmente, encontram-se paralisadas. Causas da degradação
ambiental |
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Destruição
de manguezais |
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Dos 260 km² originalmente cobertos por manguezais no entorno da baía, restam hoje apenas 82 km². A destruição desta formação vegetal causa a redução da capacidade de reprodução de diversas espécies de vida aquática e intensifica o processo de assoreamento que, ao longo do tempo, resulta na progressiva redução de profundidade da Baía. |
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Poluição
industrial |
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Cerca
de 400 indústrias, do total de 14.000, são responsáveis
pelo lançamento de quantidades expressivas de poluentes na Baía
de Guanabara e nos rios da sua bacia. A maior dessas indústrias,
a Refinaria Duque de Caxias (REDUC), da Petrobras, contribui com elevada
carga de derivados de petróleo e metais pesados. Uma
estimativa da carga diária de poluentes despejada na baía,
considera: 400
toneladas de esgoto doméstico -64
toneladas de resíduos orgânicos industriais - 7 toneladas
de óleo - 300 quilos de metais pesados |
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Acidentes ambientais |
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Somam-se,
ainda, os acidentes ambientais como vazamentos de óleo, que ocorrem
com certa freqüência nas refinarias, portos comerciais, estaleiros
e postos de combustíveis. Como exemplo, ocorreu em janeiro de 2000
um vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía
de Guanabara, causando grandes danos aos manguezais, praias e à
população de pescadores, ou em março de 2006, diante
de uma mortandade de peixes e óleo invadindo a praia de Ramos,
os moradores da região acusando o Aeroporto Internacional Antonio
Carlos Jobim por lavar os aviões e deixar óleo escoar para
as águas da baía. Mas o maior vazamento registrado ocorreu
em março de 1975 por ocasião do acidente de navegação
protagonizado pelo N/T Tarik Ibn Zyiad, quando 6 milhões de litros
de óleo contaminaram as águas da baía. |
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